Criar com Tecidos: Um alerta

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Um alerta

Pessoal, boa noite!

Antes de fazer a postagem de mais uma dica, eu gostaria de bater um papo rápido com vocês: não sei se acompanharam as quedas de barreiras e os acidentes de deslizamentos de terra em meio à Rodovia dos Imigrantes aqui em São Paulo. Para quem é de outros estados do país e não conhece, esta é uma das rodovias mais modernas e seguras do Brasil, super bem traçada, administrada e muito bem mantida, esse foi o primeiro acidente grande que tivemos nesta estrada. Com a morte de uma mulher.
Ocorre que eu estava no meio dessa tragédia da natureza, passei meus riscos, do mesmo modo como tantos outros que estavam na estrada e tentavam chegar sãos e salvos. Comigo viajava minha filhota e o netinho de 6 meses que estava sendo levado para São Paulo para sua visita de rotina ao pediatra para vacinação. O terror que foi essa viagem eu prefiro me omitir de dizer. Acredito que cada um de vocês possa entender o que significa estar com um bebezinho em meio a esse drama todo, absolutamente impotente para ajudar, minimizar ou resolver qualquer coisa, esperando dentro do carro por mais de 10 horas para sair de áreas de risco e poder chegar em casa com segurança. (para quem não sabe, a viagem entre a Baixada Santista e São Paulo leva 1 hora em dias normais, sem congestionamento)

Enfim, o que desejo com este post e minha terrível experiência é alertar para que sempre consultem o serviço de meteorologia de sua região para inteirar-se dos riscos de chuvas. No caso das pessoas que moram em São Paulo e no Litoral Paulista, estas sabem bem desses riscos, eu sou uma dessas pessoas que foi tomada de surpresa no meio do caminho porque não observei os avisos de que haveria muitas chuvas naquela tarde. Então, meus queridos leitores: sendo daqui da região ou não, tomem cuidado, cerquem-se de todas as informações possíveis antes de entrar na estrada, pois quando se está no meio de uma tragédia dessa magnitude é que se tem a consciência nítida de que nada se pode contra a força da Natureza, a não ser prevenir-se na medida do possível, afinal o nosso país sabe muito bem o que é chorar os mortos das tempestades de verão. Todos os anos sofremos diante da TV assistindo o sofrimento de nossos irmãos que perdem tudo o que possuem, bens materiais e seus entes queridos.

Desculpem tomar o tempo de vocês, mas achei que esta experiência horrorosa precisava servir para um alerta. E é a isso que se propõe o texto.

Beijos,

Regina